terça-feira, 12 de setembro de 2017

HIPERCUBO (Hard Rock/Rock'n'Roll - Campo Bom/RS)


Banda: HIPERCUBO

Início de atividades:2006

Discos lançados: “Trem da Loucura” (2015)

Formação atual: J. Kid (vocais), Malamanson (guitarras), Roger Feilstrecker (guitarras), Saul (baixo), Dieison (bateria)

Cidade/Estado: Campo Bom/RS



BD: Como a banda começou? O que os incentivou a formarem uma banda?

Se formos falar a verdade, a HIPERCUBO iniciou da nossa vontade de conseguir mais mulheres e passe livre nas festas, haha... Mas como é para falar sério, a ideia mesmo foi criar algo no Brasil, em português, baseado no trabalho de nossos ídolos.


BD: Quais as maiores dificuldades que estão enfrentando no cenário?

A cena do Rock no Brasil está um pouco complicada, mas sempre há espaço e um nicho de público no qual você pode trabalhar. Com as músicas em português, estamos também atingindo um público que não ouve especificamente ROCK.


BD: Como estão as condições em sua cidade em termos de Metal/Rock? Conseguem tocar com regularidade? A estrutura é boa?

Aqui na região existem alguns pubs e casas de shows bem bacanas, e também por todo RS estamos trabalhando bastante com uma boa estrutura, nossa ideia é, para os próximos meses, expandir esse trabalho para o restante do Brasil, e esperamos encontrar as mesmas condições.


BD: Hoje em dia, muitos gostam de declarar o fim do Metal, já que grandes nomes estão partindo, e outros parando. Mas e vocês, que são uma banda, como encaram esse tipo de comentário?

Acreditamos que de fato o que mudou foi o formato de mercado. Não podemos dizer que o Rock/Metal morreu tendo a uma infinidade de bandas e um público disposto a consumir isso. Acreditamos que a mídia não tem favorecido muito as bandas de Rock/Metal mas acho que sempre haverá um nicho para curtir e consumir isso.


BD: Em termos de Brasil, o que ainda falta para o cenário dar certo? Qual sua opinião?

Talvez se houvesse um apoio maior da grande mídia seria bem-vindo, expondo as bandas para um público maior. Pois bandas de Rock/Metal sempre são bastante marginalizadas. Por exemplo, não nos consideramos uma banda “alternativa” para o público de massa, achamos que qualquer pessoa pode ouvir e curtir a HIPERCUBO, além dos Rockers, é claro. Boa parte de nosso público hoje em dia se constitui de pessoas que até não eram ouvintes de Rock, mas se identificaram com o som. E isso pode acontecer com qualquer banda, é só ter a divulgação certa.


BD: Deixem sua mensagem final para os leitores.

Ouçam, curtam e principalmente: DIVIRTAM-SE com a Hipercubo.

Pegue sua passagem que o TREM DA LOUCURAestá passando!

Abraços da HIPERCUBO!



Links para contatos:
Email: hipercubomusic@live.com
Facebook: facebook.com/HipercuboOficial
Instagram: @hipercuborock

Links para audição:

Soundcloud: soundcloud.com/hipercubo
YouTube: youtube.com/HipercuboTv


DARKSHIP (Electro Modern Metal - Carlos Barbosa/RS)


Banda: DARKSHIP

Início de atividades: final de 2010

Discos lançados: “We Are Lost” (álbum – 2016)

Formação atual: Joel Pagliarini, Sílvia Cristina Schneider Knob, Rodrigo Schäfer, Marcos Follador, Ander Santos e Julio Cesar de Azeredo

Cidade/Estado: Carlos Barbosa/RS


BD: Como a banda começou? O que os incentivou a formarem uma banda?

DARKSHIP é uma banda formada em novembro de 2010, em Carlos Barbosa (RS) por Joel Pagliarini (bateria), com o objetivo inicial de tocar alguns covers que nos influenciaram e que fossem bem aceitáveis para o público na época e logo começamos a realizar pequenos shows, mas com o intuito de futuramente compor músicas próprias, já que todos nós sempre tivemos experiências de bandas autorais e de sempre estar criando algo dentro do estilo. E foi assim até janeiro de 2012 quando após a troca de alguns integrantes, o propósito da banda ficou mais sério e queríamos mostrar nossa música e nossa forma de nos expressar para o mundo, foi ali que  ingressam à banda Sílvia Cristina Schneider Knob (vocal) e Rodrigo Schäfer (baixo), onde começamos a dar alma ao primeiro álbum da banda, e ao formato que o DARKSHIP está, e mais recente, a entrada de Ander Santos(violino),  Marcos Follador(vocais) e Julio Cesar de Azeredo (guitarra) que vieram a agregar em sonoridades e para dar continuidade aos próximos álbuns e alcançar os objetivos da banda.

BD: Quais as maiores dificuldades que estão enfrentando no cenário?

Bom, o problema ou dificuldades aqui no Brasil, não existe só um problema. Existe, é claro um fator de vários pequenos problemas que deixam as coisas difíceis. Em principal, é a falta de cultura musical que estamos enfrentando no país, e a busca pelo conhecimento. O Brasil é um país muito grande e a situação financeira para o público consumir o material de todas as bandas que gostam, não os dá condições, uma banda por muitas vezes não tem condições de fazer uma turnê pelo país por esses fatores, fica difícil se deslocar dentro do próprio estado, imagina do RS ao Amapá, tanto por deslocamento como por valores financeiros. Achamos que a culpa não é do público, em não consumir o material ou não estar indo tanto a shows, a culpa muitas vezes é, mesmo que já estamos mudando um pouco de pensamento e amadurecendo, mas ainda é de promotores amadores, casas de shows, bares e também muitas vezes o despreparo de várias bandas, ao proporcionar ao público algo desagradável, porque o pessoal não vai querer sair de casa, mesmo que o ingresso seja barato, pra ouvir só barulho, para ouvir uma banda tocando que ele não consegue entender nada, que não tenha um atrativo pra você sair de casa. Como é que você convence o pessoal que foi a primeira vez a uma festa e só ouviu barulho a voltar uma segunda vez, e com isso temos mais um problema, que é  mostrar pro público que os shows têm qualidade, porque eles já acostumaram com esses “shows brasileiros”, tu vai sabendo que um show de Rock ou Metal não tem qualidade e se tiver é lucro.O cara vê um show de uma banda gringa, ou um show de sertanejo, ou um evento legal , ele vê equipamento de primeira, ele vê a banda num palco excelente, ele vê iluminação maravilhosa, aí depois ele compara com a banda de metal nacional, o cara não tem que entender porque isso acontece, ele só sabe, ele como leigo, como fã de música, ele sabe que o som nacional não é tão bom quanto o gringo ou as festas não são tão legais assim como outras festas podem parecer e isso espanta o público que poderia a vir gostar, participar e consumir o metal nacional.


BD: Como estão as condições em sua cidade em termos de Metal/Rock? Conseguem tocar com regularidade? A estrutura é boa?

Bem o Rock ou o Metal, é em geral, bastante forte e com um dos públicos mais fiéis que existe, sempre foi um movimento paralelo ao mercado musical e inserido dentro do mesmo, em todas as cidades existem um pessoal que é super fã do estilo ou simplesmente simpatiza com as bandas e as músicas do gênero, o mesmo acontece na minha cidade ou na região, quanto em tantas outras do mundo, algumas mais fortes e outras mais fracas. Neste tempo de banda, tivemos bastantes decepções com equipamentos e estruturas de muitas casas de shows ou em eventos que nos apresentamos, pois não nos davam o mínimo necessário para uma apresentação, então partimos para o investimento e termos nossa própria estrutura de shows, tanto em som como iluminação e dispomos de nossa própria qualidade para um show de médio porte, isso nos proporcionou um avanço em podermos mostrar nosso trabalho, pois podemos ir a qualquer lugar, montamos nosso equipamento, e mostrar ao público que comparece, e que pagou pelo ingresso do nosso show, uma estrutura e um espetáculo agradável.


BD: Hoje em dia, muitos gostam de declarar o fim do Metal, já que grandes nomes estão partindo, e outros parando. Mas e vocês, que são uma banda, como encaram esse tipo de comentário?

O gênero Rock ou Metal ainda é bem apreciado, se não fosse, bandas não encheriam estádios, público sempre tem e sempre vai ter. O problema agora é nos adaptarmos a realidade de agora, o que acontecia nos anos 70, 80, hoje já não é mais a realidade dos jovens, as propostas mudam e com as mudanças devemos nos enquadrar e buscar pelos caminhos que as pessoas estão propostas a entender e consumir o seu material, seria muito fácil sentar e ficar reclamando que está tudo acabando, mas ao invés disso arregaçamos as mangas e trabalhamos para construir algo melhor, se fosse um movimento em conjunto de muitas bandas e do consentimento do público, estaríamos em outro nível, não estariam muitos só lamentando.


BD: Em termos de Brasil, o que ainda falta para o cenário dar certo? Qual sua opinião?

Acreditamos que o que falta um pouco é uma mudança de pensamento da população do gênero em geral, que nos levaria a uma melhora gigantesca. Sobre o que podemos ser melhor e mudar algo, sempre pensamos que se você quer o melhor, mostre o melhor, não espere pelo outro, você deve seguir fazendo sempre o melhor que você consegue naquele momento, todos no Darkship se preocupam em dar o melhor ao seu público, investimos em muitas coisas que não sabemos se teremos retorno futuro, mas não deixamos de querer mostrar o melhor de nós, mesmo que isso exige bastante , isso deveria acontecer em todos os pontos, músicos, com as bandas, os bares ou casas de shows, eventos, entre outros que fazem o mercado Rock/Metal movimentar, todos deveriam se importar com o público que irá consumir, isso provavelmente irá dar um retorno, um ajudando o outro é que faz com que tudo melhore, não só no metal, mas isso é uma regra meio que geral, isso é o que está faltando muito hoje em dia.


BD: Deixem sua mensagem final para os leitores.

Queremos agradecer ao Metal Samsara, aos leitores e todos que vem acompanhando a banda seja em redes sociais ou em shows, o foco sempre será em trabalhar com firmeza e muita qualidade nas suas próximas composições e performances para poder dar ao nosso público o melhor de nossa música, fazendo todos viajar pelos mistérios do DARKSHIP.


Links para contatos:

Links para audição:
YouTube: DarkShip
SoundCloud: https://m.soundcloud.com/officialdarkship

Heavy Metal band TYTUS back in the recording studio!


Following the great response to their first album "Rises" (Sliptrick Records - 2016) and a bunch of killer live gigs in festivals like MetalDays (Slovenia), Home Fest (Italy) and others, TYTUS are back to their beloved Track Terminal Studio (Italy) to record some new stuff. 

The ten songs on the new album are going to be something in between the NWOBHM and the speed/thrash metal of the early days.

Contacts:

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

DRAGONHAMMER: band returns on the scene with "Obscurity"


"The same instant I received and listened to the final master of our new album "Obscurity", sent by Simone Mularoni at Domination Studio, I had clear the idea that we did a great job indeed, without any doubt the best, the most complete and the heaviest album of our almost twenty-year career".

With these words Gaetano Amodio, bass player and DRAGONHAMMER's co-founder with the singer and guitarist Max Aguzzi, presents the new album, the fourth full-length and the first one after the acclaimed "The X Experiment" released in 2013 and that signed the return of the Roman act and the subsequent incredible European tour with FREEDOM CALL.

It is also the occasion to present the new line-up with Flavio Cicconi on guitars and Andrea Gianangeli on drums already part of the quintet for the last live shows of the band.

"Obscurity" with its ten songs will be released on October 27th once again on My Kingdom Music which has re-newed their co-operation with a new record deal.

You can pre-order the CD at: http://smarturl.it/DRAGON-CD

Keep your eyes well open!

Official sites:
- MY KINGDOM MUSIC: www.mykingdommusic.net

ONYDIA: releasing their first official videoclip!


“A New Safe Path”is the first official videoclip for the Female progressive metal band ONYDIA.

The song is the prelude of the upcoming debut album.



Contacts:


CODE 3-7 - Resilience (EP)


2017
Selo: Independente
Nacional

Nota: 9,2/10,0

Tracklist:

1. Resilience
2. Apocalypse
3. Cybergenesis
4. Standby 2.0
5. Nine


Banda:


Michael Oliveira - Guitarras
Murillo Xavier - Guitarras
Wallace Ribeiro - Baixo
Rafael Cardoso - Bateria


Contatos:

Site Oficial:
Instagram:
Bandcamp:
Assessoria:


Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Poucos parecem compreender que o chamado Djent Metal é uma evolução do Metal, assim como este é uma evolução do Rock. Mas ao mesmo tempo, suas características estilísticas o tornam diferenciado, ao mesmo tempo em que de difícil digestão para aqueles com a mente domada por regras e dogmas dentro do Metal (como se música precisasse dessas coisas). E é um prazer poder ouvir o trabalho do CODE3-7 mais uma vez. Após 5 anos depois do lançamento do EP “Main Entrance”, chega o EP “Resilience”, uma aula de como se faz música moderna, técnica e de bom gosto.

Groove, peso, belas melodias e energia surgem da música do grupo (que tem no guitarrista Michel Oliveira seu centro criativo). Mas mesmo assim, usando um trabalho instrumental, a fluência técnica é enorme, já que influências diferentes se aglutinaram ao trabalho do grupo (como os “inserts” orientais que são claros em “Apocalypse”). Poderíamos dizer que toda esta fluência musical nos permite dizer que Michel é um Joe Satrianido Djent Metal, já que sua técnica surge de forma espontânea, sendo consequência da música em si, não sua causa primordial. E se preparem, pois mesmo diferente e azedo (por conta da baixa afinação), é muito envolvente, criativo e ganchudo.

A produção sonora do EP é de primeira, mantendo a clareza necessária para que possamos compreender a música em si, mas intensa e pesada, com os timbres azedos das guitarras de 8 cordas comuns ao gênero. E digamos de passagem: captar todos esses timbres não á algo simples.

Musicalmente, “Resilience”é um passo adiante, pois como dito além do Djent bruto e azedo de antes, algumas melodias bem elaboradas e fascinantes se aglutinaram ao som do grupo. É agressivo e intenso, mas com um “insight” mais melodioso e maduro.

“Resilience”mostra tempos quebrados, mas com uma agressividade latente que chega a respingar, cheia de arranjos minimalistas (e um bom trabalho de baixo e bateria). O peso do Djent Metal se encontra com melodias orientais envolventes em “Apocalypse”, onde algumas debulhadas nas 8 cordas surgem de forma espontânea. Ao mesmo tempo em que uma aura moderna e pesada preenche “Cybergenesis”, vários momentos de efeitos eletrônicos surgem, dando aquele sabor mais Industrial à canção. Sobre o paralelo com Joe Satriani escrito acima, ele fica bem claro durante a audição de “Standby 2.0”, onde lindas linhas melodiosas surgem durante os solos (já que a base rítmica é quebrada e muito pesada). E de um jeitão mais experimental e preenchida por um Groove abrasivo, vem “Nine”, com momentos bem hipnóticos e algumas partes mais melodiosas, encerrando o EP em alto nível.

Um disco que agradará gregos e troianos, mas se for radical que vive no passado, passe longe.

DICAS: como fazer um presskit digital.



Por Marcos “Big Daddy” Garcia


A modernidade tem trazido mais e mais a necessidade do uso dos famosos kits digitais a serem usados em resenhas.

Sim, o uso dos mesmos surge da necessidade das bandas, já que o enfraquecimento das gravadoras (que investiam nas bandas), a expôs aos uso do meio digital, e mesmo das plataformas na internet.

Por este motivo, este autor postou em sua página pessoal no Facebook um mini-tutorial sobre como fazer um kit digital, o chamado presskit, ponto onde muitas bandas estão falhando absurdamente.

As dicas:

Presskit (arquivo compactado):

O que precisaestar presente:

1. Músicas em boa qualidade sonora: evite arquivos gigantescos, mas que as músicas estejam com uma boa compactação. No caso de MP3, a compactação 320 Kbps seria uma boa alternativa (é um padrão usado por muitos, inclusive). Frisando: falamos da qualidade de compactação de áudio, não da gravação.

2. Capa do disco:o arquivo, em geral, a imagem deve estar em alta resolução, uma vez que revistas necessitam que ela esteja assim.

3. Foto da formação da banda que GRAVOU o disco: nem todos os sites o revistas usam, mas é bom ter a mão. E a foto não deve ter o logo da banda.

4. Logotipo da banda SEPARADO da foto: mais uma vez, nem todos usam, mas é bom ter à mão.

5. Release atualizado e com as seguintes informações:

- Tracklist do disco: porque o que tem de bandas que não numeram as canções e nem colocam informações nos arquivos não é um número pequeno. E isso força o autor a ter que pesquisar na internet, o que já é um gasto extra de tempo.

- Links de contatos: Facebook, YouTube, Soundcloud, Bandcamp, página oficial na internet, e-mail de contatos, enfim, tudo que tiverem de links da banda. Novamente: não force o escritor a gastar mais tempo que o necessário.

- Formação QUE GRAVOU o trabalho: é preciso dar crédito a quem tocou no disco.

- Uma pequena biografia do grupo: com as informações mais essenciais, como qual cidade e estado de onde vem, quando foi formada, bem como estilo e proposta sonora. E como falamos em biografia, conte um pouco da história do grupo de forma resumida, no máximo 5 parágrafos (não enfeite o pavão, não precisa, seja conciso).

- Dados sobre a produção: quem produziu, mixou e masterizou, nome do estúdio, período de gravação, nome do artista que fez a capa e a arte do disco. E se a banda tiver um selo, que diga o nome e link da mesma.

- Link para audição:se a banda possuir um vídeo oficial, lyric vídeo, ou mesmo uma ou mais faixas do disco em questão para a audição, faça a gentileza de colocar os links no release, pois economiza tempo.

6. Pelo amor dos meus filhinhos, TUDO ISSO EM UM ÚNICO ARQUIVO COMPACTADO: não dê mais trabalho que o necessário, pois ficar dando download em arquivo por arquivo é um processo repetitivo, chato e que toma tempo. E se não deseja que o disco seja divulgado abertamente, use serviços de transferência de arquivos como o WeTransfer ou mesmo o Google Drive.


Há ainda aqueles que preferem usar links digitais no YouTube, Soundcloud ou Bandcamp. O autor não indica o uso dessa estratégia para resenhas por muitos motivos, especialmente pela dependência de internet ativa, o que como sabemos, nem sempre está à mão. Peço que se lembrem de que muitas empresas de internet deixam seus clientes horas, e mesmo dias, sem o serviço, basta olhar as reclamações no Facebook vez por outra (e que não são incomuns em cidades distantes dos grandes centros).

Mas se insistir e for investir nas plataformas musicais da internet, mantenham nas suas páginas do Facebook atualizadas os quesitos como formação, biografia e links de contatos. O Bandcamp também oferece espaço para isso. No YouTube, tenham a delicadeza de criar uma lista de músicas que permita o escritor a retornar ao início de cada uma das canções.

E mesmo nesses casos da opção pelas plataformas digitais, recomendo que enviem ao escritor foto da banda, release e a capa do disco.

Estas dicas nascem da experiência deste que vos escrever como autor de resenhas.

Muitas vezes, escrevemos algo que não está correto e a banda reclama. Mas quem nos nega a informação acertada é ela mesma, e tudo fica mais difícil.

E sobre o tempo em que bati vezes seguidas acima, 5 ou 10 minutos para um autor que tenha que resenhar uma quantidade grande de discos, é um tempo precioso. Pense se um autor tiver que gastar tempo com os pontos citados em 10 resenhas. Serão 50 minutos/1 hora que foram gastos com fatores que tomaram um tempo de uma resenha!

Antes que surjam discordâncias ou mimimis injustificados dos discípulos de Naruto (querendo ver o que está atrás do que está atrás, e em geral, arrumam problemas), não estou falando de mandarem discos físicos (pois estes contém 80% das informações que cito), mas de fazer um kit digital decente. É o seu trabalho que se torna valorizado.

Não é um tutorial perfeito, mas só de seguir essas dicas, já ajuda muito.