terça-feira, 3 de outubro de 2017

SYN TZ - Heavy Load (Álbum)


2017
Selo: Independente
Nacional

Nota: 8,0/10,0

Tracklist:

1. Stubborn
2. The Decline
3. Killing Me
4. Under Control
5. Held by the Cold
6. Shining for All
7. Erase It
8. Headbanger
9. Mirror
10. Louder and Harder
11. My Fear


Banda:


Jay Heart - Vocais
Marco A. G. - Guitarras
Edu Beeck - Baixo
Wander Verch - Bateria


Contatos:

Site Oficial: www.syntz.net
Twitter:
Bandcamp:


Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Nos dias atuais, muitas bandas têm buscado fazer o som que desejam sem quererem inovar aquilo que já existe. Óbvio que muitas vezes o produto final não fica bom, já que existem bandas que só usam “control C + control V”, ou seja, copiam e colam. Mas existem outras que reúnem suas influências e conseguem dar uma personalizada ao próprio som. No segundo grupo, está o SYN TZ, quarteto de Balneário Camboriú (SC), que lança seu primeiro álbum, “Heavy Load”.

Mixando Metal tradicional com elementos de Speed/Thrash Metal e Hard’n’Heavy dos anos 80, mas com um “appeal” moderno e muito pesado, o trabalho do quarteto é bem personalizado e cheio de energia. Soa pesado e intenso, mas com muitas linhas melódicas interessantes e belos arranjos instrumentais. E assim, sem buscar inovar ou criar um estilo de Metal diferente, eles mostram-se uma banda muito boa.

Produzido por Renato Pimentel, com mixagem e masterização no The Magic Place Studios (em Florianópolis), o resultado é uma sonoridade polida e bem feita que nos permite entender o que o grupo está tocando, mas sem deixar de soar pesado e agressivo como deve. E a banda optou por uma apresentação visual (capa e layout) bem simples, para que o foco do ouvinte fique apenas na música que eles fazem.

O trabalho do SYN TZ, musicalmente falando, é muito bom. Vocais muito bons, guitarras cuspindo riffs de primeira (e solos com ótimas melodias), baixo e bateria com uma solidez incrível na base rítmica, e tudo bem direto e sem firulas, mas com a preocupação estética de ser bem arranjado.

Embora todas as canções se nivelem por cima, a agressividade que beira o Thrash Metal de “Stubborn”(com guitarras de primeira, boas linhas melódicas e um trabalho fantástico de baixo e bateria), as melodias sedutoras da bruta “The Decline”, o peso mamutesco à lá BLACK SABBATH da trinca “Killing Me”, “Under Control” e de “Shining for All” (esta última com alguns backing vocals que remetem ao Hard/Glam dos anos 80), as harmonias pesada e cheias de melodias agressivas de “Erase It”, e as melodias Hard’n’Roll de “Headbanger”são os pontos altos do disco. Mas as faixas bônus (gravadas em 2013) “Mirror”, “Louder and Harder” e “My Fear” também são muito boas.

Mais um belo nome para o cenário nacional, logo, ouçam “Heavy Load” e se divirtam!

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

MOTHERWOOD - Motherwood (Álbum)


2017
Nacional

Nota: 8,8/10,0


Tracklist:

1. Sadness                 
2. Despair                  
3. Solitude                 
4. Coldness                
5. Trauma                  
6. Faithlessness                     
7. Fear


Banda:


Guilherme - Vocais, guitarras, baixo, bateria
Yuri - Sintetizadores, bateria, ambientação e caos


Contatos:

Site Oficial:
Twitter:
Bandcamp:
Assessoria:


Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Nos anos 70, 80 e 90, bandas e músicos (e gravadoras) tinham o costume de lançarem Singles para a promoção de um disco vindouro. Hoje em dia, a estratégia ainda existe, seja no mundo dos discos físicos ou digitais, ou mesmo nas plataformas da internet. E se o Single do MOTHERWOOD (dupla de Americana, SP) já havia nos deixado uma ótima impressão, o primeiro álbum do grupo, “Motherwood”, confirma a idéia que estamos diante de uma banda de muita qualidade dentro do que se propõe a fazer.

O estilo da banda está inalterado: o mesmo Black Metal ríspido e soturno do Single, com a presença de vocais guturais aqui e ali, mas primando por uma música climática e cheia de partes sombrias. Óbvio que elementos extras fazem parte da mistura musical que deu origem à identidade sonora do MOTHERWOOD (como certos toques fúnebres de teclados, aparentemente oriundos do Doom Death Metal). Óbvio que o estilo deles não é inovador, outras bandas já fizeram e fazem algo assim, mas a diferença ficar pela abordagem mais pessoal que eles usam.

Assim como no Single, a produção é da própria dupla, mantendo uma sonoridade intensa, mórbida e gelada, mas com boa qualidade e timbres bem escolhidos. Essa crueza sonora é intencional, e faz parte do que a banda quer expor em termos musicais. Os timbres são bem ríspidos e crus, lembrando bastante a sonoridade das primeiras bandas da Second Wave of Black Metal, embora com mais cuidado e clareza (para que se compreenda o que eles estão fazendo). E a arte da capa e todo layout foram feitos com imagens em tons de preto, branco e cinzento, mantendo assim a aura introspectiva e densa que a dupla usa em suas canções.

Sem virtuosismos instrumentais, soando bem agressivo e impondo sua identidade, o MOTHERWOOD faz com que a audição do álbum seja bastante prazerosa. As variações de timbres vocais, as mudanças rítmicas e os arranjos fluídos ajudam a música a se tornar de fácil compreensão para os fãs do gênero. Ao mesmo tempo, as raízes na SWOBM estão ali, sólidas e firmes. E isso tudo junto faz com que “Motherwood” seja um disco ótimo.

As sete canções são longas e todas ótimas, e como já falamos antes de “Sadness” e “Coldness” (no review do single, que pode ser lido aqui), iremos nos ater às outras.

“Despair” começa mais rápida e agressiva, com foco nos riffs agressivos, mas logo fica bem cadenciada e melancólica, onde os teclados e vocais rasgados mostram sua força. A cadência do cortejo fúnebre chamado “Solitude”nos envolve completamente, usando de uma ambientação opressiva criada por guitarras e teclados (sem contar o peso denso de baixo e bateria). Em “Trauma” já mostra um lado mais tradicional em termos de Black Metal, com aquele jeitão de bandas como BURZUM e SATYRICON de inicio de carreira, mostrando uma técnica simples, mas envolvente. Soando um mixto de momentos mais ríspidos e outros mais introspectivos, “Faithlessness” tem uma atmosfera um pouco mais focada na agressividade da SWOBM, destacando os vocais. E o disco se encerra com a experimentalmente sinistra “Fear”, que é de deixar calafrios subindo pela espinha.

No mais, o MOTHERWOODpode render bem mais, mas mesmo assim, eles fizeram de “Motherwood” um disco ótimo e marcante.

ALICE COOPER - Paranormal (Álbum)


2017
Nacional

Nota: 9,5/10,0

Tracklist:

CD1:

1. Paranormal
2. Dead Flies
3. Fireball
4. Paranoiac Personality
5. Fallen in Love
6. Dynamite Road
7. Private Public Breakdown
8. Holy Water
9. Rats
10. The Sound Of A

CD2:

Gravações de estúdio com a formação original da Alice Cooper Band:

1. Genuine American Girl
2. You and All of Your Friends

Live in Columbia com a formação atual da Alice Cooper Band:

3. No More Mr. Nice Guy
4. Under My Wheel
5. Billion Dollar Babies
6. Feed My Frankenstein
7. Only Women Bleed
8. School’s Out


Banda:


Alice Cooper - Vocais, backing vocals em “Private Public Breakdown”
Nita Strauss - Guitarras, backing vocals
Tommy Henriksen - Guitarras, backing vocals
Ryan Roxie - Guitarras, backing vocals
Chuck Garric - Baixo, backing vocals
Glen Sobel - Bateria

Convidados:

Tommy Denander - Guitarras
Tommy Henriksen - Guitarras, backing vocals, percussão em “Paranoiac Personality”, “Dynamite Road” e “Rats”; efeitos sonoros em “Paranoiac Personality”, “Dynamite Road”, “Rats” e “The Sound of A”; teclados em “Rats”, backing vocals em “You and All of Your Friends”
Larry Mullen Jr. - Bateria
Bob Ezrin - Teclados em “Paranormal”, “Rats” e “Genuine American Girl”, órgão em “Fireball” e “The Sound of A”, efeitos sonorous em “Paranoiac Personality”, backing vocals em “Private Public Breakdown” e “You and All of Your Friends”
Roger Glover - Baixo em “Paranormal”
Billy Gibbons - Guitarras em “Fallen in Love”
Jimmy Lee Sloas - Baixo em “Dead Flies”, “Paranoiac Personality”, “Fallen in Love”, “Dynamite Road”, “Private Public Breakdown” e “Holy Water”
Dennis Dunaway - Baixo em “Fireball”, “Rats”, “The Sound of A”, “Genuine American Girl” e “You and All of Your Friends”
Parker Gispert - Guitarras e Backing vocals em “Private Public Breakdown”
Steve Hunter - Guitarra solo em “Holy Water”, guitarras em “Genuine American Girl” e guitarra solo em “You and All of Your Friends”
Demi Demaree - Backing vocals em “Holy Water” e “The Sound of A”
Johnny Reid - Backing vocals em “Holy Water” e “The Sound of A”
Jeremy Rubolino - Trompa em “Holy Water”
Adrian Olmos - Trompa em “Holy Water”
Chris Traynor - Trompa em “Rats”
Michael Bruce - Guitarras em “Rats”, “Genuine American Girl” e “You and All of Your Friends”
Neal Smith - Bateria em “Rats”, “Genuine American Girl” e “You and All of Your Friends”
Nick Didkovksy - Guitarras em “Fireball”, “The Sound of A” e “You and All of Your Friends”


Contatos:

Bandcamp:
Assessoria:

E-mail:

Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia

É fato que todos nós tivemos ou temos aquele irmão do nosso pai ou de nossa mãe com quem nossa identificação é mais forte. E creio que em termos de Rock ‘n’ Roll/Heavy Metal, poucos são os desnaturados que não tenham ligações com Tia ALICE COOPER, um dos nomes mais lendários do meio.  E mesmo com mais de 50 anos na ativa, lá vem mais uma bela estória de horror de nosso herói: “Paranormal”, seu vigésimo sétimo disco de estúdio do verdadeiro Príncipe das Trevas do Rock. E a Shinigami Records colocou o disco no mercado nacional em sua versão dupla Digipack!

Mesmo após tantos anos, um trabalho de ALICE COOPER continua ótimo, mantendo o nível de discos do passado. Óbvio que falamos de discos clássicos dele, não algumas pisadas na bola que ocorreram. “Paranormal” mostra a Tia revisando seu estilo mais clássico, despojado e sedutor, lembrando bastante a pegada de discos como “Billion Dollar Babies”, “Alice Cooper Goes to Hell” e “Constrictor”, ou seja, aquele Hard ‘n’ Roll clássico que estamos acostumados a ouvir, com alguns momentos mais pesados. E como de praxe da nossa titia desde que começou sua carreira solo, o disco é cheio de convidados que dão um brilho especial ao álbum.

Ou seja: se preparem, pois ALICE COOPER veio contar mais uma estória de horror recheada de por ótimas músicas.

Na produção, o veterano Bob Ezrin (que trabalhou com Alice em sua fase mais áurea nos anos 70), juntamente com Tommy Henriksen e Tommy Denander, moldaram uma sonoridade bem cuidada e moderna para “Paranormal”, sabendo dar aquele clareza necessária para que tudo soe em alto nível, mas sem exagerar e fazer com que  as músicas percam sua espontaneidade. Se repararem, existe um feeling bem “old” no disco, aquele toque anos 70 essencial.

A arte da capa, por sua vez, mostra a figura icônica da Tia com duas cabeças, representando a loucura e a insanidade (pois não há um lado normal no tocante a ALICE COOPER, ainda bem), e ficou ótima.

O que um veterano como ALICE COOPER ainda pode oferecer ao mundo do Rock ‘n’ Roll e Hard Rock? Música de alto nível, uma aula de como se faz Rock de primeira, envolvente, com um trabalho caprichado nas composições, refrão ganchudo encima de refrão ganchudo, e uma musicalidade que é facilmente digerida pelo ouvinte.

Se não temos em “Paranormal”um dos melhores momentos de ALICE COOPER, tenham certeza que ele não os decepcionará de forma alguma.

No CD 1, temos o álbum em si, com a sinistra e envolvente “Paranormal” com suas mudanças de clima (entre o pesado e o introspectivo, onde temos a participação do baixista Roger Glover, do DEEP PURPLE), a energia mais crua e intensa de “Dead Flies”e seu jeitão Hard, o andamento ganchudo e pesado de “Fireball” (reparem bem na presença de ótimas guitarras e um refrão que se ouve uma vez e gruda na mente), os backing vocals na cadenciada “Paranoiac Personality”, a pegada Blues/Rock suja de “Fallen in Love” (também, com a participação de Billy Gibbonsdo ZZTOP nas guitarras, o que poderíamos esperar?), o peso melodioso bem Hard anos 80 de “Private Public Breakdown” e seu belo trabalho de baixo e bateria, a engraçadinha e provocante “Holy Water”, o Rock ‘n’ Roll provocante e despretensioso de “Rats”, e a balada pesada e introspectiva em “The Sound of A” (adornada com um belo trabalho de teclados e órgão), canções que mostram que a Tia mais aloprada do Rock ainda está longe de se aposentar.

Mas não acabou. Não senhor, a tortura nunca acaba quando se fala da querida Titia.

Supreendentemente, no CD 2, temos duas pérolas: a provocante e acessível “Genuine American Girl” e a porrada Hard ‘n’ Roll setentista de “You and All of Your Friends”, ambas reunindo os membros originais da ALICE COOPER BAND, ou seja, os velhinhos Michael Bruce (guitarras), Dennis Dunaway (baixo), e Neal Smith (bateria) estão tocando nela como os garotos de antes (menos o guitarrista Glen Buxton, que faleceu em 1997). E para fechar e coroar o disco, versões ao vivo do hino “No More Mr. Nice Guy”, “Under My Wheel”, “Billion Dollar Babies”, “Feed My Frankenstein”, “Only Women Bleed”, e “School’s Out”, todas gravadas em um show em Columbia, mostrando que a energia de Alice parece não ter fim.

Torno a dizer: mesmo não sendo o melhor disco de ALICE COOPER, “Paranormal” é um disco e tanto, e melhor que muitos sobrinhos da Titia que andam perdidos por aí ou insistem em se prender ao passado.


sexta-feira, 29 de setembro de 2017

TRANSCENDENT (Guarulhos/SP)


Banda: TRANSCENDENT

Início de atividades:2002

Discos lançados: “Crucify” Demo (2006), “Transcendent” EP (2010), “Awakening” álbum (2017)

Formação atual:

Leandro Baracho - Vocais
Miller Borges - Guitarras
Lucas Nakan - Baixo
Dino Ramos - Bateria
Lucas Cavalcante - Teclados

Cidade/Estado: Guarulhos/SP.


BD: Como a banda começou? O que os incentivou a formarem uma banda?

Leandro Baracho: A ideia surgiu em 2002 quando o Miller e eu decidimos formar uma banda para compor nossas próprias músicas. Em 2003, fechamos a primeira formação da banda que ainda se chamava Transcendence.

Miller Borges:Basicamente, além da necessidade de gastar a energia típica da juventude, mas, sobretudo, a vontade de fazermos nosso próprio som.


BD: Quais as maiores dificuldades que estão enfrentando no cenário?

Miller: É fácil elencar as facilidades, pois as dificuldades de se tocar Rock no Brasil infelizmente são muitas.

Leandro: O cenário Rock ‘n’ Roll no Brasil é muito segmentado e o público é pouco receptivo para bandas novas. As rádios especializadas pouco apoiam a cena nacional. Isso reflete diretamente no circuito de bares e casas de show, deixando o gênero moribundo, de forma que o público não consegue se renovar.

Miller: Além disso, Heavy Metal no Brasil é muito fechado, sempre dando preferência a bandas já estabelecidas ou a músicos remanescentes de bandas já consagradas.


BD: Como estão as condições em sua cidade em termos de Metal/Rock? Conseguem tocar com regularidade? A estrutura é boa?

Miller: O cenário de música própria de rock é, em essência, amador.

Tocávamos com regularidade, mas a estrutura nunca foi apropriada. Assim, decidimos deixar de lado a noite para nos dedicarmos à produçao de material inédito.


BD: Hoje em dia, muitos gostam de declarar o fim do Metal, já que grandes nomes estão partindo, e outros parando. Mas e vocês, que são uma banda, como encaram esse tipo de comentário?

Leandro: Na verdade o que está morrendo é o público do metal, que a cada dia que passa parece mais fechado a bandas novas e é justamente este público que declara o fim do metal, sem enxergar que o que está de fato morrendo é sua capacidade de aceitar o novo, pois do meu ponto de vista nunca tivemos tantas bandas de qualidade no Brasil como temos agora.


BD: Em termos de Brasil, o que ainda falta para o cenário dar certo? Qual sua opinião?

Miller: Falta visibilidade nas mídias de massa. Estamos em um mundo capitalista, sendo que a arte pela arte não compensa sob o ponto de vista financeiro. Assim, elas se convergem com o capital, que, atualmente no Brasil, se encontram principalmente na agropecuária, tráfico de drogas, igrejas e setor financeiro. Se algum banco estiver lendo e quiser pagar jabá para nos inserir, estamos abertos a negociação.


BD: Deixem sua mensagem final para os leitores.

Leandro: Busquem conhecimento.


Links para contatos: 



Links para audição:

  





SERENADE: "Onirica" tracklist and album premiere!


The Female fronted metal band SERENADE unveil the tracklist and premiere of the new album “Onirica" out via Revalve Records on November 10th. 



The first single from the album and videoclip will be available on October.
Special guest on the song "Luceafarul" Fabio Dessi​ (Arthemis Official Page​)


The band will be on stage with Smash Into Pieces​:
13.10 Wetzikon w/Smash into Pieces (Hall of Fame) Switzerland
4.10 Brescia w/Smash into Pieces (Circolo Colony) Italy
15.10 Roma w/Smash into Pieces (Traffic) Italy.

Tune up for the album news!

Decibel Premieres New BLOODSTRIKE Track: "Hell's Wasteland"


Decibel has premiered "Hell's Wasteland" from Denver's BLOODSTRIKE. The song is taken from the band's forthcoming album, "Execution of Violence". Look out below!


BLOODSTRIKE's "Execution of Violence" will be released October 13 on CD and digital formats through Redefining Darkness Records. A limited edition (100 copies) cassette version of the album will be released through Raw Skull Recordz. Pre-order at the following links.


CD/Digital:


Cassette:



"Execution of Violence" takes the ferocious Old School Death Metal of 2015 debut "In Death We Rot" (released on Redefining Darkness Records) and ups the annihilation ante! Armed with 10 new tracks of focused brutality, on Execution of Violence, BLOODSTRIKE is prepared to spread their reign of terror to more unexplored territories at home and abroad.

The album was produced by BLOODSTRIKE and recorded by Jeff Alexis. Mixing was done by John Bart Van Der Wal and mastering by the mighty Dan Swanö.

"Get blasted by HM2-driven death metal."

- Decibel


"Execution of Violence is a great death metal record."

- Cadaver Garden


"A remarkable Old School Death Metal album."

- Queens of Steel


"Crunchy, brutal, old school as hell. An excellent record."

- The Killchain


"Old school death metal practiced with great mastery."

- Necromance


"Everything you need in Death Metal. A gritty Swedish Death Metal sound and you can bet your bottom dollar the music will result in some violent fun within the moshpits."

- All About the Rock


"Another great sounding recording from Bloodstrike."

- True Bringer of Death Zine


"Massive, gut-churning guitar and bass."

- No Clean Singing


"Ten tracks of solid old school death metal."

- Winter Torment Zine


"BLOODSTRIKE offers a modern interpretation of an old school Death Metal sound. Similar to bands like Bloodbath, Facebreaker, Dismember, or Grave."

- The Horror Dimension


BIO


The initial idea for the punishing old school death metal assault that would become BLOODSTRIKE was first conceived by guitarist Jeff Alexis (ex-Silencer) and vocalist Holly Wedel (ex-Nexhymn) in 2013. They recruited Joe Piker (ex-Dripfed) on guitar, Ryan Alexander Bloom (ex-Havok) on drums to round out the band and began developing a collection of massive riffs and crushing arrangements. BLOODSTRIKE's veteran lineup exploded onto the Denver metal scene in June of 2014 with their three-track Necrobirthdemo. The demo gained instant popularity with the death metal underground and drew comparisons to bands like Bolt Thrower and Entombed for both its ear-catching simplicity and blood-curdling heaviness. Impressed by the success of the demo and the work ethic of the band members, Redefining Darkness Records signed BLOODSTRIKE to its roster in September of 2015 and quickly released their debut album In Death We Rot. After a successful round of touring and writing in 2016, the band went back into the studio in the spring of 2017 to record their second full-length album, "Execution of Violence".


VOID KING / BOUDAIN to Launch European Tour in October


Indiana's VOID KING and Louisiana's BOUDAIN will embark on a European Tour in late October. The Stoner Rock Double Threat will perform in The Netherlands, Germany, and Belgium, including Kampen's (NL) Off The Record Festival. Tour dates are below.

Oct. 26 - The Hague, Netherlands @ Vereniging de vinger
Oct. 27 - Wommelgem, Belgium @ JH Wommel
Oct. 28 - Antwerp, Belgium @ Kid's Rhythm 'n Blues Kaffee
Oct. 29 - Osnabrük, Germany @ Dirty Dancing
Nov. 2 - Gouda, Netherlands @ StudioGonz
Nov. 3 - Arnhem, Netherlands @ Brigant
Nov. 4 - Kampen, Netherlands @ Off The Record Festival

VOID KING's Derek Felix recently spoke to The Courier-Times about the forthcoming tour. Check it out at this location.

Stream/Purchase VOID KING's "There is Nothing": https://voidking.bandcamp.com/album/there-is-nothing

"There is Nothing" Vinyl LP and CD (Off the Record): https://goo.gl/8R4WCs


Stream/Purchase BOUDAIN's "Way of the Hoof": https://boudain.bandcamp.com/album/way-of-the-hoof

"Way of the Hoof" Vinyl LP and CD (Off The Record): https://goo.gl/RjxiN2


VOID KING


BOUDAIN