domingo, 17 de setembro de 2017

NO TRAUMA (Metalcore/Harcore Metal - Rio de Janeiro/RJ)


Banda: NO TRAUMA

Início de atividades:2011

Discos lançados:Um Single “Eis a Minha Mão”, e um álbum “Viva Forte Até o Seu Leito de Morte”

Formação atual:Hosmany Bandeira (vocal), Marvin Tabosa (bateria), João de Paula (baixo), Tuninho Silva (guitarras)

Cidade/Estado: Rio de Janeiro/RJ


BD: Como a banda começou? O que os incentivou a formarem uma banda?

A banda vem de outras formações desde 2007, Marvin conheceu Tuninho Silva em um show da banda americana AS I LAY DYING em 2011 e o convidou a integrar o que hoje é o NO TRAUMA, a fazer algo com uma proposta mais moderna, agressiva e pesado, com letras que tivesse impacto nas pessoas, acho estamos conseguindo (risos).


BD: Quais as maiores dificuldades que estão enfrentando no cenário?

No Brasil viver de musica e só dificuldade, principalmente se não for algo comercial. Mas as maiores dificuldades estão nas coisas pequenas, instrumento nacional de baixíssima qualidade (os importados são caríssimos), viajar pra tocar também é um ponto difícil (passagens caras, excesso de pedágios com estradas ruins), as mídias também não abrem espaço para novos artistas, enfim fazer sucesso no Brasil como artista independente não uma opção, e sim a única opção. E quem consegue pode ser dado como herói.


BD: Como estão as condições em sua cidade em termos de Metal/Rock? Conseguem tocar com regularidade? A estrutura é boa?

O cenário no Rio de janeiro é mediano, mas as condições atuais de violência na cidade dificultam muito a fluidez de qualquer cena, acho que isso é um ponto que atrapalha muito o desenvolvimento da cena.


BD: Hoje em dia, muitos gostam de declarar o fim do Metal, já que grandes nomes estão partindo, e outros parando. Mas e vocês, que são uma banda, como encaram esse tipo de comentário?

Não costumamos dar relevância a esse tipo de comentário, pois é coisa de saudosistas românticos. Eu posso fazer uma lista de bandas de Metal e Hardcore brasileiras que estão lotando casas de shows mesmo com a situação econômica do país estando instável. PROJECT 46, WORST, PENSE, DPR, KORZUS, BULLET BANE, etc. Uma até estão em turnê pelo Brasil nesse exato momento como o TORTURE SQUAD.


BD: Em termos de Brasil, o que ainda falta para o cenário dar certo? Qual sua opinião?

Vergonha na cara de todos envolvidos, bandas, produtores e público. Bandas profissionais, produtores sérios e profissionais, só isso já é o suficiente pra mudar a mentalidade do público, e o Brasil vira referência em circuito e cena. Claro que existem fatores como economia do país que influenciam, mas não é empecilho, mas o underground hoje está melhor do que no passado, e acreditamos que pode crescer muito mais ainda.


BD: Deixem sua mensagem final para os leitores.

Acreditem em vocês mesmos, lutem até o fim, não se deixem levar por falácias, dogmas, imposições de religiões, governos, movimentos desculturais e etc, sejam autênticos, sejam liberais, sejam mais que apenas reprodutores.

VIVA FORTE ATÉ O SEU LEITO DE MORTE!


Links para contatos:

Instagram. @notraumaoficial


Links para audição:

Aplicativos onde nosso álbum esta disponibilizado: Spotify, Deezer, Amazon, Google Play, I Tunes
Nosso álbum full também esta no Youtube: https://youtu.be/F8QrC3vzPw4



FACES OF DEATH (Thrash Metal - Pindamonhangaba/SP)


Banda: FACES OF DEATH

Início atividades: A banda foi formada no início de 1990, porém encerraram as atividades em 1996 e retornaram em maio de 2016.

Discos lançados:
DEMO TAPE: “Faces of Death” (1994)
DEMO TAPE: “Retrocession” (1996)
EP: “Consummatum Est” (2017)

Formação Atual:
Laurence Miranda(Guitarras, vocais)
Talles Donola(Guitarras)
Sylvio Miranda(Baixo)
Sidney Ramos(Bateria)

Cidade/Estado: Pindamonhangaba/SP


BD: Como a banda começou? O que os incentivou a formarem a banda?

Laurence:Decidimos montar a banda, pois escutávamos Metal o dia todo, respirávamos Metal 100%, mas era outra formação, sendo Laurence Miranda (guitarras, vocais), Flávio(bateria) e Victor Hugo (baixo). Após 20 anos chamei meu irmão Sylvio para retornar com a banda e convidamos o Sidney e o Talles.


BD: Quais as maiores dificuldades que estão enfrentando no cenário?

Laurence: Todos os problemas possíveis e imaginários para uma banda de metal underground e independente (Rsss). A carência de público nos shows é um fator preocupante.  Os moleques não vão mais a shows, o que se vê são os caras mais velhos nos shows.

Outro fator preocupante é a estrutura nos shows, aparelhagem e isso faz com que as pessoas não vão ao show, mas esta barreira depende das bandas se posicionarem e cobrar cada vez mais dos produtores.

Mas nada pode tirar o foco de algo que você faz e acredita, o metal corre nas veias e faz você trabalhar incansavelmente para mudar as coisas, entende? Problemas sempre existirão, mas a vontade de seguir em frente é maior! Trabalhamos para o metal e ponto!


BD: Como estão as condições em sua cidade em termos de Metal/Rock? Conseguem tocar com regularidade? A estrutura é boa?

Laurence: Como somos do interior do Estado de São Paulo você já deve imaginar a dificuldade de shows, mas sempre tem alguém organizando algo aqui no Vale do Paraíba. É como disse antes, trabalhamos para o metal e continuaremos na luta para mostrar nosso trabalho e de outras bandas. É assim que o underground sobrevive.


BD: Hoje em dia, muitos gostam de declarar o fim do metal, já que grandes nomes estão partindo, e outros parando. Mas e vocês, que são uma banda, como encaram este tipo de comentário?

Laurence: Totalmente desnecessário. Tem bandas grandes lançando discos espetaculares como KREATOR, SEPULTURA, SUFFOCATION, SLAYER, KRISIUN, e por aí vai...

As pessoas que gostam e amam o metal precisam ajudar e elas ajudam, mas sempre tem uns fracassados que só gostam de criticar negativamente e não ajudam.


BD: Em termos de Brasil, o que ainda falta para o cenário dar certo? Qual sua opinião?

Laurence: Organização, sempre! Não é porque você tem uma banda de metal underground que o negócio precisa ser tosco. Pelo contrário, precisamos nos organizar e mostrar que não é brincadeira. É muita coisa envolvida, muito suor e dedicação.

As coisas só dão certo se você organizar, planejar, acreditar e investir. Não espere dos outros, faça você mesmo!


BD: Deixem sua mensagem final para os leitores.

Laurence: Prestigiem a cena nacional, escutem bandas novas, vão a shows e divulguem as bandas. O público precisa prestigiar, pois o momento é importante para todos!


Links de contato:

Contato para shows: (11) 99788 4169 (Laurence)

Links para audição:


PATRICK PEDROSO (Guitar Orientated Rock/Metal - Joaçaba/SC)


Banda: PATRICK PEDROSO (artista solo)

Início de atividades:Início de 2015

Discos lançados: “Labyrinth”

Formação atual: Patrick Pedroso (guitarras), e músicos convidados

Cidade/Estado:Joaçaba/SC


BD: Como a banda começou? O que os incentivou a formarem uma banda?

Já toquei em algumas bandas da cidade, e até de outras cidades. Mas senti que deveria lançar um trabalho autoral, só com minhas ideias. Sempre gostei muito de músicas instrumentais, e resolvi lançar esse trabalho solo. O incentivo foi a liberdade de fazer um trabalho em que eu pudesse fazer o que eu quisesse, em termos de composição arranjos e timbres. 


BD: Quais as maiores dificuldades que estão enfrentando no cenário?

Acredito que o espaço para as apresentações, e a aceitação do publico pelo estilo, ainda mais sendo instrumental.


BD: Como estão as condições em sua cidade em termos de Metal/Rock? Conseguem tocar com regularidade? A estrutura é boa?

Aqui onde moro é uma cidade pequena, não há muito espaço pra tocar o meu estilo de música, tenho que estar sempre correndo atrás de eventos pra poder tocar, e a estrutura também não ajuda muito.


BD: Hoje em dia, muitos gostam de declarar o fim do Metal, já que grandes nomes estão partindo, e outros parando. Mas e vocês, que são uma banda, como encaram esse tipo de comentário?

Não acredito que o metal esteja morrendo, mas talvez essas pessoas estejam com a mente fechada, existe muita banda boa por aí, temos que valorizar e apoiar as bandas do cenário, se ficarmos focados nas grandes bandas e não dermos espaço para bandas novas, essa ideia que o metal está morrendo vai continuar por um bom tempo.


BD: Em termos de Brasil, o que ainda falta para o cenário dar certo? Qual sua opinião?

Acredito que o que falta para cenário é a união e mais respeito entre as bandas e fãs. Pra conseguirmos algo maior temos que nos unir e ter respeito ao trabalho do outro independente do estilo. E as bandas precisam buscar um profissionalismo maior, em vários sentidos, como cumprir prazos, horários, fazer um trabalho de qualidade, para assim poder exigir sem ter medo.


BD: Deixem sua mensagem final para os leitores.

Gostara de agradecer a você que está lendo essa entrevista, seu apoio é muito importante para nós músicos. Ao Metal Samsara pela oportunidade, e assim poder divulgar o meu trabalho, ao amigo Gleison Junior e toda a equipe da Roadie Metal, e aos parceiros da Lince Tattoo.


Links para contatos:

Telefone/whatssap: (49) 98428-3589


Links para audição:


CÉU EM CHAMAS (Hardcore Metal - Itapira/SP)


Banda: CÉU EM CHAMAS         

Início de atividades:2013

Discos lançados: “Sopro da Destruição” (EP -2014), “Lutar” (EP - 2015), “Infernal” (álbum - 2017)

Formação atual: Rafael Coradi (vocais), Maicon Salvador (guitarras), Alemão Pompeu(guitarras), Frango (baixo) e Betão Job (bateria)

Cidade/Estado:Itapira/SP


BD: Como a banda começou? O que os incentivou a formarem uma banda?

A banda foi idealizada em uma festa de réveillon do qual Rafael, Betão e Maicon expuseram suas vontades em produzir um som mais extremo, porém ainda sim melódico, visando englobar todas as influências de cada integrante.


BD: Quais as maiores dificuldades que estão enfrentando no cenário?

Falta de interesse do público em relação a shows e ao material próprio, infelizmente bandas cover são mais valorizadas. Falta incentivo cultural. Falta profissionalismo por parte de produtores de shows, falta de respeito com as bandas no sentido de não proporcionar um equipamento de som decente para as bandas sem falar nas péssimas divulgações dos shows, praticamente só as bandas divulgam os eventos e o pior, nada é repassado em termos financeiros para as bandas.


BD: Como estão as condições em sua cidade em termos de Metal/Rock? Conseguem tocar com regularidade? A estrutura é boa?

Não, Itapira já foi referência em Rock, Metal e Hardcore. Infelizmente não há espaço. Ainda possui uma galera, que acompanham e apoiam as bandas, mas ainda sim, não conseguem impulsionar as bandas e os shows.


BD: Hoje em dia, muitos gostam de declarar o fim do Metal, já que grandes nomes estão partindo, e outros parando. Mas e vocês, que são uma banda, como encaram esse tipo de comentário?

Esse tipo de comentário é tão absurdo. No mundo, a cada mês temos vários lançamentos de bandas já consagradas e bandas novas. Quem diz que o Metal está morrendo deveria pesquisar mais, a Internet está ai, a informação e acesso é muito rápido e fácil. Ninguém tem interesse em conhecer e buscar novas bandas, as pessoas que dizem isso provavelmente lembram apenas de AC/DC, IRON MAIDEN, METALLICA, GUNS e etc. Não desmerecendo essas bandas, pois são incríveis, mas e as tantas outras bandas que trabalham muito para compor, executar e gravar material, os integrantes bancam praticamente a banda com o próprio dinheiro, deixando muitas vezes de investir em outras coisas e acaba caindo nesse tipo de comentário.


BD: Em termos de Brasil, o que ainda falta para o cenário dar certo? Qual sua opinião?

Temos outras questões importantes para resolver no Brasil antes da Cultura, como Segurança, Educação e etc. Porém com a valorização da mesma, creio que diminuiríamos muito índices criminais de um modo geral. Abriria a mente dos jovens tanto para o Metal quanto para outros estilos musicais de qualidade e para várias formas de arte como a literatura, cinema e etc. Além disso, para o cenário prosperar temos que profissionalizar ele em vários aspectos como os produtores, as casas de shows e até mesmo as bandas, infelizmente apenas a vontade e o amor ao estilo não irá ajudar o cenário a dar certo, isso é utopia. Pois querendo ou não, envolve e movimenta dinheiro de todos os envolvidos e isso acaba gerando sempre conflitos quando alguma das partes não fica satisfeita.


BD: Deixem sua mensagem final para os leitores.

Agradecemos a todo apoio de fãs e imprensa. Compareçam aos shows, adquiram o disco físico (lembrando que está disponível para audição totalmente grátis, por isso não há desculpas para não ouvir). Apoiem como puderem. Só assim as bandas consegue levar adiante seus trabalhos. Grande abraço a todos e nos vemos nos shows!


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MORTUO (Black Metal - Curitiba/PR)


Banda: MORTUO

Início de atividades:2004

Discos lançados: “Old Memories of the Past”

Formação atual: Vox Morbidus – Vocais, todos os instrumentos.

Cidade/Estado: Curitiba/PR


BD: Como a banda começou? O que os incentivou a formarem uma banda?

Vox Morbidus: Foi em 2004, comecei compondo algumas músicas com teclado e efeitos, desde o começo já trabalhava sozinho, era algo do meu agrado.


BD: Quais as maiores dificuldades que estão enfrentando no cenário?

Vox Morbidus: A maior dificuldade é transformar o trabalho em algo lucrativo, cada vez mais difícil produzir material físico sozinho.


BD: Como estão as condições em sua cidade em termos de Metal/Rock? Conseguem tocar com regularidade? A estrutura é boa?

Vox Morbidus: Com esse projeto não participo de eventos, não há como dizer sobre.


BD: Hoje em dia, muitos gostam de declarar o fim do Metal, já que grandes nomes estão partindo, e outros parando. Mas e vocês, que são uma banda, como encaram esse tipo de comentário?

Vox Morbidus: Não vejo dessa forma, pelo contrário, acho que e metal e suas vertentes estão em crescimento.


BD: Em termos de Brasil, o que ainda falta para o cenário dar certo? Qual sua opinião?

Vox Morbidus: Acredito que as pessoas deveriam apoiar mais as bandas locais, temos muita coisa boa aqui.


BD: Deixem sua mensagem final para os leitores.

Vox Morbidus: Agradeço novamente a oportunidade de esclarecer eventuais dúvidas sobre este projeto.


Links para contatos:
www.mortuo.com

FIREGUN (Thrash/Groove Metal - Guarulhos/SP)


Banda: FIREGUN

Início de atividades:Outubro de 2009

Discos lançados: “What’s the Reason?” (EP 2013), “Back With the Fuck Up!” (Single 2017)

Formação atual: Raimundo Rodrigues (vocais), Ricardo Oliveira (guitarras), Ivan Santos (guitarras, backing vocals), Samuel Martins (baixo, backing vocals), Yuri Alexander (bateria)

Cidade/Estado:Guarulhos - SP


BD: Como a banda começou? O que os incentivou a formarem uma banda?

Raimundo: Éramos amigos de escola, estudávamos todos na mesma sala no segundo colegial do ensino médio, exceto o nosso batera Yuri e sempre tivemos uma grande paixão pela música.

Quando nos conhecemos, tínhamos muitas coisas em comum, inclusive musicalmente.

Cada um já tocava ou estava aprendendo a tocar algum instrumento, começamos a montar um setlist de músicas que gostávamos, principalmente sons voltados para o Hard e Heavy e começamos a nos reunir para toca-las, sem compromisso mesmo, mas o entrosamento foi grande, fomos nos dando tão bem e as coisas iam rolando de tal forma que um ia sempre aprendendo com o outro e  passávamos horas e horas nos finais de semana tocando juntos na garagem de um amigo.

Desde então não paramos mais e as coisas foram se tornando cada vez mais sérias.


BD: Quais as maiores dificuldades que estão enfrentando no cenário?

Raimundo: Espaço e dinheiro.

Muitas das grandes e mais tradicionais casas conceituadas de São Paulo, acabam que por muitas vezes limitando o espaço para que bandas autorais possam ter a oportunidade de mostrar o seu trabalho ao vivo,  e por aqui temos ótimas bandas das mais variadas vertentes.

E tantas vezes as bandas para ter tal acesso, tem que pagar cotas de ingressos abusivas, para tocar para uma casa vazia em uma matinê de domingo por exemplo.

Mas isso também se deve muito a um determinado público, que por muitas vezes preferem sair de casa e pagar para ver bandas covers, isso ainda vende muita cerveja para os donos de casas de shows e Rock bar.

Procuramos sempre união com todas as bandas que estão no mesmo barco que o nosso, para nos fortalecermos e para juntos fazermos o nosso próprio movimento, conquistando o nosso próprio espaço.


BD: Como estão as condições em sua cidade em termos de Metal/Rock? Conseguem tocar com regularidade? A estrutura é boa?

Raimundo: Em Guarulhos, inclusive no nosso bairro,  temos o Don Ramon Rock Bar, que apesar de pequeno, abre espaço para muitas bandas, promovendo ótimos festivais de bandas independentes de vários lugares, não só de São Paulo, mas também de outros estados.

Trouxe também bandas já renomadas como o CLAUTROFOBIA, DANCE OF DAYS, SUPLA, BRUNO SUTTER e etc, e teremos agora em Outubro o VOODOOPRIEST, do qual vamos abrir também o show.

Temos o Deco Music Bar, Ballybagus e o Café filosófico, casas que abrem espaço para novas bandas.

Além disso, temos também a ACRG - Associação Cultural Rock Guarulhos, que reúne muitas das bandas da nossa cidade, afim de  difundir,  preservar e manter sólido o movimento Rock ‘n’ Roll aqui em nossa cidade, promovendo eventos, festivais, reuniões, jams, entre muitas outras coisas.


BD: Hoje em dia, muitos gostam de declarar o fim do Metal, já que grandes nomes estão partindo, e outros parando. Mas e vocês, que são uma banda, como encaram esse tipo de comentário?

Raimundo: Para nós, o Metal e suas vertentes só estão acabando para os saudosistas, para as pessoas que não olham  ou não valorizam  o novo  ou  simplesmente não se importam com o tanto de novas ótimas bandas que estão por aí.

Nunca existirá outro IRON MAIDEN ou outro JUDAS PRIEST ou um novo Black Sabbath, mas existem várias novas bandas que estão inovando, fazendo algo atual e que ainda levantam a bandeira e mantém o Metal vivo.


BD: Em termos de Brasil, o que ainda falta para o cenário dar certo? Qual sua opinião?

Raimundo: O cenário Underground no Brasil sempre existiu, sempre se manteve como pode, mas infelizmente muitas bandas aqui dentro do nosso país não tem o seu merecido reconhecimento e valorização.

Tanto bandas que já tem um nome, quanto novas bandas que procuram o seu espaço.

É preciso expandir, é preciso união, valorização, respeito, é preciso levar a música independente em lugares onde ela nunca esteve antes.

E se no seu bairro, no lugar onde mora, não existe um cenário, faça-o você mesmo, junte-se a quem tem os mesmos objetivos que você, junte uma galera e faça sua música, seu show, o seu movimento.


BD: Deixem sua mensagem final para os leitores.

Raimundo: Nos vemos por aí pela estrada!!!


Links para contatos:

Instagram: @firegunofficial
Twitter: @firegunofficial


Links para audição:

Youtube: FireGunOfficiall
FireGun (Spotify, Deezer, Itunes, Google Play e Soundclound)


sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Female-fronted Metal band SERENADE to release new album this Autumn via Revalve records


After 5 years of silence, the female Metal band SERENADE has come back with a new explosive album coming out in autumn 2017 via Revalve Records.

Strongly wanting to change the sound, with a new lineup, the band has gone from a gothic symphonic to a heavier metal with post-thrash, progressive and gothic influences.

Currently the band has finished recording the new album called "Onirica", which reflects much more the components' influences compared to the debut album. 

"Onirica" is an ardent work by a heavy metal sound with symphonic touches and vague gothic atmospheres.

Awaiting the album the band will be on stage with Smash into Pieces:

13.10 Wetzikon w/Smash into Pieces (Hall of Fame) Switzerland
14.10 Brescia w/Smash into Pieces (Circolo Colony) Italy
15.10 Roma w/Smash into Pieces (Traffic) Italy.
Tune up for the album news!